Quando se fala em prestação de serviços jurídicos, aqueles desenvolvidos por advogados, por si ou através dos que se organizam em sociedades, imagina-se que o prestador detenha profundo conhecimento da matéria envolvida. A especialidade do profissional, portanto, seria o grande diferencial neste mercado cada dia mais competitivo, certo?

Antes de responder, vale uma breve digressão: muito se tem debatido, atualmente, sobre o futuro dos profissionais e de suas respectivas interações, entre si e entre fornecedores e consumidores, e, neste contexto, deixando eventuais especulações de lado, há um verdadeiro consenso de que tais relações serão orientadas pela experiência do usuário.

Isso, a grosso modo, quer dizer que, não importa o que você ou sua empresa faz, mas sim como você ou sua empresa faz.

Na produção ou na comercialização de um produto, o item final, claro, é importante, especialmente pelo impacto que ele terá na vida consumidor. Se funcionar bem, ótimo. Missão “experiência do usuário”, cumprida. Se não funcionar bem, no entanto, este produto estará com os dias contados, fadado ao desaparecimento.

No mundo tangível, das coisas, fica mais fácil de verificar, entender e aprender sobre essa nova forma de ver o mundo.

A dificuldade é outra, contudo, no universo não palpável dos serviços.

Algumas atividades, aquelas que não requerem alto grau de especialização, podem ser desempenhadas por um grande número de pessoas. E mesmo aquelas que demandam profunda especialidade, dentro do seu restrito círculo, também não são oferecidas por uma única pessoa ou empresa.

Assim, dentro dessa concorrência, tudo aquilo que for possível acrescentar ao serviço para que o usuário, isto é, aquele que está recebendo o serviço, tenha a melhor experiência é o que vai diferenciar determinado prestador e, muito provavelmente, é o que vai garantir o seu sucesso, destacando-o dos demais.

De volta à questão colocada no início, a resposta à provocação feita é não. Apenas a especialidade do profissional não é o grande diferencial, nem garante, ao prestador, sucesso na sua jornada.

É claro que o conhecimento envolvido, o domínio da matéria e o aperfeiçoamento constante são condições imprescindíveis ao serviço que se oferece. Saber o que se está fazendo, e o fazer com autoridade, é entregar, sem dúvida, o melhor a quem o procurou.

É isso o que a AHO faz.

A busca por melhoria contínua e o constante incentivo a produções intelectuais são marcas registradas da AHO.

Mas é preciso mais do que profundo conhecimento da material envolvida, é preciso ter ciência, ou consciência, de como a matéria envolvida tem impacto na vida das pessoas, é preciso entender a importância das informações que dizem respeito ao caso, é preciso customizar a forma de divulgação de tais informações, é preciso ter transparência e é preciso considerar que o jeito que se faz é tão importante quanto ao que se faz.

E esse é o jeito AHO de fazer.

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